Sempre imaginativo, busco os caminhos do saber por mim próprio.

Recentemente lembrei de uma teoria no qual deixei morrer por conta de ignorantes e alguns mentecaptos em nosso meio (ui!).

As cores emitem sons conforme elas nos inspiram. O rock é forte neste sentido. Muitas música alegres e altivas, nos deixam com a alma pegando fogo para irmos para qualquer lugar e declarar nossa felicidade, normalmente falando que tal som é muuuuuito foda, ou mesmo conversando com amigos e curtindo o som alto com air guitar, air bass e alguns até com suas incríveis air drums, onde colocam 5 pedais em uma música onde um é mais do que necessário kkk.

Este tipo de música merece um tom bem psicodélico.
Porém o tom pode ser um amarelo claro como sol que desenhamos no papel quando crianças.

Uma música mais sensual como o Funk, calma lá caralho! Falo do funk de verdade.
Uma música rápida porém sensual como Fast Love do George Michael tem um tom vermelho rubi maravilhoso, nos refrões você sente aquela luz baixa, lençóis de seda, o amor acontece ali, e ninguém pode te impedir. É sufocante como o amor, é um ritmo que te toma.

Os sons e as cores como pode-se notar é algo pessoal que pode ser definido por suas experiências, imaginação, é o entregar-se para uma sensação.
O ritmo quente mas com dança bem agitada possui uma relação muito forte, amarelo, laranja, vermelho, cores puras neste caso. Elas representam o desapego de todo o resto.

Será que é errado pensar que a emissão sonora tem a ver com cores?
O progressivo é uma viagem sem igual pela bifrotst nórdica, você sai do seu mundo normal, passa por dificuldades e trânsitos sonoros caindo em uma terra nova onde vivem as divindades. Depois deste momento épico é hora do retorno pra casa. Passeamos por cores em cada parte. Sente-se que há uma refração daquilo que se emprega no som.

Diferente do New Wave que traz consigo o Azul, o Branco e o Cinza. Uma viagem onde não se alteram as emoções, apenas se reflete sobre, se descobre muito mais por este meio, a filosofia vem justamente de grandes pensadores. Espaços brancos são puros, porém deprimentes sem cores auxiliares, o azul mata qualquer sentimento, afinal queremos a razão, mas daí temos o cinza para contrastar e causar uma leve depressão.
Pode ser uma viagem maluca de minha autoria, porém é como vejo o som nas cores e vice-versa, conseguir trabalhar nisso que é o mais interessante, afinal temos que entender o tom da música, as notas, os refrões. Juntando todo este briefing achamos um mundarel de possibilidades. As músicas em Ré por exemplo trazem um peso maior por sua natureza de forte, grande tom, mesmo parecendo suave inicialmente para determinadas notas você nota que tudo agora é mais grave. Temos daí então o preto, o vermelho e o branco agindo.
É expressão, é força, movimento, violência em vários casos.

Uma música em Si chega a ser tão aguda que soa como se anjos estivessem dedilhando suaves harpas e liras. São músicas que representam harmonia, logo temos o verde o branco e o azul celeste. É como se fosse uma terapia, caso tocado de forma errada o instrumento pode desequilibrar toda a cadeia sonora no qual gera novas cores, gerando novas sensações.

Existe uma relação muito maior com as cores do que isso. O som é apenas um dos “substratos”, ainda temos o visual e o olfativo. Mas daí precisaria pensar muito a respeito.
Fora o fato de eu não ter olfato complica gerar uma teoria.

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