Layout, usando espaço branco em ritmo

Deixe um comentário

Usar espaço branco numa publicação, cartaz, poster, ou qualquer outro veículo gráfico é um tanto complexo.
Hora pode ficar mais vazio, hora pode ficar mais cheio. Mas então qual seria uma maneira mais adequada para se usar o espaço branco?
Eu sei que temos um post sobre “Sem imagens, mais branco“, porém aqui o vídeo que lhes mostrarei é mais abrangente, profundo diria até.
John McVade nos mostra em mais um vídeo que o espaço branco é tão poderoso que o devemos usar como um ritmo e não de qualquer forma. Isso não se aplica somente ao texto que pode ser mais encorpado, mais espaçado, ou mesmo totalmente reduzido, ele deve seguir um caminho junto a sua mensagem, clique aqui para ver o vídeo.

Sem imagens, mais branco

1 Comentário

Essa é uma briga eterna entre designers e clientes. O espaço branco.
Quando é ensinado em qualquer curso que menos é mais, devemos pensar que só pode ter menos se mais não for necessário. Algumas publicações não podem conter imagens junto ao texto, ou a publicação é inteiramente textual. O que fazer pra não ficar maçante?
Mais espaço branco pode ser uma resposta boa, mas como deve ser aplicado?
Respondendo essa questão John McWade fez um excelente vídeo para o site lynda.com, ele explica isso e um pouco mais além.
Clique aqui e veja o vídeo direto no site, o vídeo está em inglês, mas é de fácil entendimento.

Vídeo sobre grupos e ideias.

Deixe um comentário

Achei interessante compartilhar isto por aqui. Dando continuidade ao projeto de posts bimestrais, mentira kkk.
Teremos mais posts em breve. Comentem sobre o vídeo, será uma realidade? Ou apenas um suposição equivocada?

Elefantes, elefantes

Deixe um comentário

Pois é, mais uma vez continuo na jornada de mera batalha contra mim mesmo.
Continuo na luta contra algo que talvez esteja lá, mas não sei se está, só sei que do nada algo me derruba como se tivesse toneladas nas costas.

Uma vez eu vi uma tira sobre elefantes invisíveis, ali figurando um homem deitado na cama e sua preguiça dominante, no caso a preguiça no formato de elefante.
Bom, desisti de todos projetos que tinha em mente para os próximos 10 anos, paredes monetárias foram surgindo a minha frente, seus desenhos cada vez mais assustadores, nome diferentes, contas absurdamente caras para se pagar por algo que na época nem foi tão caro assim.
Com o tempo tudo aquilo que conquistei, comprei foi se indo embora como numa marcha  a banda toca. Aos poucos o som foi dizimando esperanças, levando embora bens, vontade, dinheiro, sonhos, tudo.
Ainda que possa dizer que sobrevivo da piedade de parentes posso dizer que dos parentes não tiveram só piedade, eles ainda depositam confiança em nós que consigamos ir para frente, mesmo que com a pilha fraca.
Outros amigos também passam por problemas, todas pessoas passam, mas ver uma mãe chorando no começo da manhã de sexta e ver a mesma sorrindo na noite de domingo é algo que realmente motiva.
Fomos salvos!

O pior que agora que tudo deu uma leve amenizada lembramos que nosso futuro se torna dependente mais uma vez de minha atitude, seja boa ou ruim. Devo tomar as rédeas novamente, mas sem esperanças, motivação real, sem desejo algum, sem sonhos não consigo nem me movimentar mesmo em um jogo online.
Está tudo perdido, bagunçado e entrelaçado talvez.
O que esse tal de destino me reserva não sei, prefiro nem pensar…

Ideias, o infinito e limitações

Deixe um comentário

Algumas idéias perdidas com tanta facilidade poderiam ser geniais, mas justamente aquelas no qual sei que não darão certo tendem a vincar em minha mente.
Sou da geração “tem mas acabou”,  muito complexo qualquer coisa que me surja como novo, odeio novidade, mas sem novidade não sobrevivemos. Mais

Folhas em branco

Deixe um comentário

Recentemente analisando meu método de trabalho que já não é dos melhores descobri uma leve fobia, na verdade era um incomodo.
Medo do novo.
Mais

A teoria da raiz de árvore

Deixe um comentário

Muito mesmo antes de trabalhar e desenvolver-me no design por conta já trazia comigo uma teoria pouco explorada e muito óbvia. A teoria da árvore.

Nossas vidas são baseadas em sentimentos apenas, a razão apenas controla tudo para que não ocorra de acordo com as vontades. Logo pensando desta forma vemos o caráter pessoal, a estima da pessoa.

Com base nestes dados óbvios fui para o mais óbvio ainda, a estruturação da sociedade de acordo com uma árvore. Seguem os seguintes passos, o plantio, o nascimento da primeira raiz, as subsidiárias da raiz.
Cada raiz possui uma importância própria, seu cérebro é receptor e distribuidor de informações, seu sistema nervoso auxilia como raízes nesta captação de informações, logo isto envolve os sentidos do corpo, mais questões psicológicas.
Seguiremos daqui por diante com um evento simples, como fazer um cachorro quente, o clássico, pão com salsicha sem demais detalhes. Mais

Older Entries