Sons, cores, música, mitos, cadeia

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Sempre imaginativo, busco os caminhos do saber por mim próprio.

Recentemente lembrei de uma teoria no qual deixei morrer por conta de ignorantes e alguns mentecaptos em nosso meio (ui!). Mais

Promoção! Oferta!

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Sim, palavras sem sentido real que nos forçam a usar todos os dias em nossos trabalhos.

Canibais

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Estes dias dei uma parada pra ver trabalhos de alguns estudantes de escolas que formam “designers”, mas na verdade forma outro tipo de ser estranho.
Estes acreditam que o fundo preto é tudo para se impactar em uma mensagem já que o professor disse numa aula.
Uma apresentação só é eficiente dado o momento que você tem uma música boa, imagens impactantes, e nunca, nunca podem ser criticados.

Questione sobre a tipografia e receba a maior das resposta egoístas jamais pensada em ser usada por profissionais de verdade. “Não critique meu trabalho, eu pedi ajuda e não críticas.”
Ok, acho que posso me enterrar depois dessa, nosso futuro está na mão de pessoas cheias de sua razão. Não existe coletivo, afinal, “Curta e não pense em mais nada, não precisarei de você além disso”.

Talvez devêssemos criar uma palmatória para estas coisas, nem se quer mais pedem “aquela ajudinha”, já preferem nos mandar calar a boca como se não houvesse amanhã.
Para que instrução se ser ignorante é melhor?

Vinde a mim os necessitados diria o profeta.
“Profs” saiam da minha aba dizem os micreiros.

Dai no mercado, que não passa de uma visão abstrata de clientes isolados do próprio mercado, contratam estes seres estranhos, ambos conhecem um novo universo, cada passo é dado junto. Os dois crescem juntos, mas uma hora para, e para explicar o motivo a resposta mais simples é: “Falta investimento nisso caro cliente.”
E lá se vai o maldito com mais dinheiro na mão fazendo de todo o desnecessário obrigação.
Se alimentam da boa vontade, destroem com qualidade marcas que já vem prontas.

Será que estou exagerando? Quantas empresas fecham hoje em dia por falta de aplicação adequada no mercado?
É algo mais sério do que se imagina, um vídeo bem produzido pode impactar até mesmo no exterior. Porém dado na mão de um canibal pode ser mera firuleiragem.

RIP DESIGN, bom gosto, arte, conceito, bom senso…

Ideias, o infinito e limitações

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Algumas idéias perdidas com tanta facilidade poderiam ser geniais, mas justamente aquelas no qual sei que não darão certo tendem a vincar em minha mente.
Sou da geração “tem mas acabou”,  muito complexo qualquer coisa que me surja como novo, odeio novidade, mas sem novidade não sobrevivemos. Mais

O tempo, o design, as mudanças

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Elegendo idéias, engraçado ter que trabalhar com marketing de forma tão impensada como fiz nos últimos 4 anos. Mais

Folhas em branco

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Recentemente analisando meu método de trabalho que já não é dos melhores descobri uma leve fobia, na verdade era um incomodo.
Medo do novo.
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Na mesmice

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Engraçado termos tantos livros nas prateleiras e notarmos como alguns deles falam o mais do mesmo ou é um livro de citações de fulano de tal que sabia o que é design.
Observando pontos criticamente, você ali vidrado na leitura, daí vem o embasamento teórico com uma citação monstruosa de algo que nem vem ao caso, só depois de muito tempo você solta um “ahhhhhhhhhhhhhh entendi”, mesmo assim não faz sentido periquitos na gaiola de macacos, não?

Pesquisem 2x mais sobre o assunto e perca menos tempo e dinheiro com literaturas baratas, não caia no óbvio de R$9,00 dê preferência para livros mais caros e com nome no mercado, procurem autores de nome como Gilberto Strunck, André Beltrão, Editora SENAC, vários títulos da 2AB editora, alguns da Rosari Editora, não caia no papo de pseudo escritores que fazem sua fama encima de Jung, Flusser ou Peirce, estes se acham que descobriram o segredo do universo mas na verdade apenas decodificaram o que suas mentes lhe deram como resposta.

Devemos ser seres livres para pensar e não nos limitarmos a modismos, estilismos, ou mesmo definições de terceiros. A banana é verde, amarela ou marrom, mas porque não posso acreditar na banana azul? Ela podre tem um verde tão belo, fora a textura preta da casca.
Bom, é mais ou menos por aí, os livros mais caros podem ser como são melhores realmente, mas ainda temos um pseudo alguma coisa tentando ganhar mercado, não vale dar nomes aqui neste espaço.

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